quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O cartaz da CF 2014

1. O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2. Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3. As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime, e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. "É para a liberdade que Cristo nos libertou" (Gl 5,1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4. A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens, crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.

Edições CNBB.  

domingo, 28 de abril de 2013

Eu volto para Ti, Senhor.

Eu volto para Ti, Senhor
Saudades do Teu grande amor
Antes que eu deixe apagar em mim
Toda a luz que eu recebi
Antes que eu não sinta mais em mim
A mesma fé que eu já senti
Eu volto para Ti, Senhor
Me rendo ao Teu grande amor
Quero lembrar onde eu caí
Me arrepender pelo que eu fiz
Recomeçar onde eu perdi
A comunhão que eu já vivi
 
Leva-me a Ti, Senhor
Contigo eu desejo estar
Correndo para Ti, eu vou
Quero Te encontrar
Leva-me a Ti, Senhor
De volta ao primeiro amor
Transforma o meu coração
Quero Te amar, para sempre
 
Eu volto para Ti, Senhor
Preciso do Teu grande amor
Antes que eu me canse de esperar
O grande dia que irá chegar
Quando nas nuvens, o Senhor surgir
Em sua glória para me buscar.
 
 
 
Linda música de Gil Monteiro

sexta-feira, 15 de março de 2013

PAPA FRANCISCO

Conheça um pouquinho do Papa Francisco.

O Cardeal Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, no dia 17 de dezembro de 1936.

É o primeiro papa latino-americano, sacerdote da Companhia de Jesus, conhecidos como Jesuítas e arcebispo de Buenos Aires, na Argentina desde 1998.

Foi criado cardeal no Consistório de 2001 e eleito Papa no segundo Conclave do qual participou.

Estudou e se diplomou como técnico químico. Ingressou no seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de 1958 passou ao noviciado da Companhia de Jesus.

Em 1960, obteve a licenciatura em Filosofia no Colégio Máximo São José, em San Miguel. De 1967 a 1970 cursou Teologia no Colégio Máximo de San Miguel. Foi ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1969, pelas mãos de Dom Ramón José Castellano.

Foi ordenado bispo no dia 27 de junho de 1992, pelas mãos de Antonio Quarracino, Dom Mario José Serra e Dom Eduardo Vicente Mirás.

Foi criado cardeal no consistório de 21 de fevereiro de 2001, presidido por João Paulo II, recebendo o título de cardeal-presbítero de São Roberto Bellarmino.

Na Santa Sé, é membro da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, da Congregação para o Clero, da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica; do Pontifício Conselho para a Família e da Pontifícia Comissão para a América Latina.

 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Entenda a Campanha da Fraternidade.

1. A Campanha da Fraternidade de 2013, que retoma o tema Juventude, se propõe olhar a realidade dos jovens, acolhendo-os com a riqueza de suas diversidades, propostas e potencialidades; entendê-los e auxiliá-los neste contexto de profundo impacto cultural e de relações midiáticas; fazer-se solidária em seus sofrimentos e angústias, especialmente junto aos que mais sofrem com os desafios desta mudança de época e com a exclusão social; reavivar-lhes o potencial de participação e transformação.

2. Esta Campanha deseja, no contexto do Ano da Fé, mobilizar a Igreja e, o quanto possível, os segmentos da sociedade, a fim de se solidarizarem com estes jovens, favorecer-lhes espaços, projetos e políticas públicas que possam auxiliá-los a organizarem a própria vida a partir de escolhas fundamentais e de uma construção sólida do projeto pessoal, a se compreenderem como força de transformação para os novos tempos, a desenvolverem seu potencial comunicativo pelas redes sociais em vista da ética e do bem de todos, a assumirem seu papel específico na comunidade eclesial e no exercício do protagonismo que deles se espera, nas comunidades e na luta por uma sociedade que proporcione vida a todos.

3. Evangelizar, hoje, é uma via de mão dupla. Saem de cena os “públicos” ou “destinatários” da evangelização para dar lugar aos “interlocutores”. Os interlocutores da evangelização são pessoas que, numa relação dialogal, se enriquecem pela troca de experiências. Portanto, “escutando e compreendendo os gritos e clamores dos jovens, a Igreja é chamada não somente a evangelizar, mas também a ser evangelizada na atualidade”. Torna-se imprescindível, cada vez mais, caminhar com os jovens e refazer com eles a experiência de Jesus. Na prática, isso significa que “nas atividades pastorais com a juventude, faz-se necessário oferecer canais de participação e envolvimento nas decisões, que possibilitem uma experiência autêntica de corresponsabilidade, de diálogo, de escuta e o envolvimento no processo de renovação contínua da Igreja. Trata-se de valorizar a participação dos jovens nos conselhos, reuniões de grupo, assembleias, equipes, processo de avaliação e planejamento”.

4. Para atingir tal intuito, são estes os objetivos da Campanha da Fraternidade de 2013:

Objetivo geral

Acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

Objetivos específicos

1. Propiciar aos jovens um encontro pessoal com Jesus Cristo a fim de contribuir para sua vocação de discípulo missionário e para a elaboração de seu projeto pessoal de vida;

2. possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial, que lhes seja apoio e sustento em sua caminhada , para que eles possam contribuir com seus dons e talentos;

3. sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor e do bem comum.

(Introdução do texto-base CF 2013)

domingo, 7 de outubro de 2012

Na escola de Jesus

Na escola de Jesus aprendemos que as coisas que são seladas com o amor e a benção de Deus jamais podem se dissolver.
Ao falar do matrimômio, Jesus afirma que aquilo que éunido por Deus nenhum ser humano pode separar.
Mais do que um imperativo moral ou rigorismo legal, Jesus quer mostrar que, se de fato queremos seguir segundo a vontade de Deus, é preciso passar a ver nossas realidades a partir dos olhos da fé.
Que diante das dificuldades conjugais e familiares saibamos que nossas famílias foram unidas e concebidas pelo próprio Deus.
Que não cedamos aos apelos da sociedade que cada vez mais tenta relativizar a importância e a graça que é ter uma família abençoada por Deus.
 
Frei Diego
OFM

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ele tem feito tudo bem: os surdos ouviem como os mudos falarem.

Tudo o que Deus havia feito era muito bom, afirma o Gênesis. E foi com Deus Pai que Jesus aprendeu a fazer bem todas as coisas. Faz o que é bom e bem porque assim deve ser, e não por vaidade ou qualquer outro interesse. Ele faz bem tudo, inclusive as pequenas coisas (Quem ama considera qualquer ocasião uma oportunidade para amar e servir). E é assim, fazendo o que é bom e fazendo bem, que Jesus dá continuidade à obra da Criação. Para nós, algumas questões.
O que fazemos, por menor que seja, fazemos bem?
Dedicamo-nos, com amor e verdade, aos trabalhos que nos propomos executar?
Ou é a vaidade que nos move?
E o que fazemos, contribui para engrandecer a vida das pessoas e do planeta?


Pe. Marcos Ramalho
Limeira/SP

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Biblia

Setembro: Mês da Biblia...
 
Toda Biblia é comunicação,
De um Deus amor,
De um Deus irmão,
É feliz quem crê na revelação,
Quem tem Deus no coração.